E você apareceu, rápido, e me puxou pela mão. Me levou ao infinito, me mostrou a melhor receita do mundo, compartilhou comigo o seu segredo para deixar o chá tão doce, me mostrou as receitas nas quais você tinha falhado, me mostrou o seu futuro, me cantou sua música preferida, correu comigo pelo campo das flores do teu perfume, me largou em todo o seu carinho e me deixou viajar.
E de repente, do nada, sem força ou magia, você me segurou e me levou de volta a aquele banco.
E eu nunca mais pude sentir o vento.
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