Eu quase imploro. Eu quase grito, quase rujo. Sinto sede, sinto fome. Devora-me ou te decifro. Não tenho pressa, tenho urgência. Meus olhos estão injetados de desejo, desejo por amor, desejo por magia, desejo por histórias. E aquele arrepio… que não se vê mas está lá, aquele enjôo que dá fome, aquele sorriso que não se controla. Quero descobrir, desafiar, brincar. Quero ir só por ir. Me sinto pulsante, capaz, forte. Me sinto viva! O que faço com tanta vida? Eu nunca fui boa em coisas superficiais… Mas também não quero me afogar no profundo. Eu quero o profundo sem promessa, a verdade sem peso. Onde você tá? Me liga.
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