Eu sou uma pessoa inquieta, desregular, insegura e instável.
Mas eu consigo me encontrar agora. Eu consigo me encontrar no amor. E é isso: eu te amo, menino.
Eu sei o que é ser feliz quando você me abraça, quando leio as suas mensagens e vejo os horários repetidos, e penso em você.
Eu amo os clichês, porque ao menos eu me identifico neles. Eles me fazem sorrir, eles me entendem e eu me aceito, porque o amor não é nada mais do que isso: um clichê idiota e enjoativo, mas que te faz fechar os olhos e sorrir, sabendo que alguma coisa ainda está viva dentro desse emaranhado de merdas que vão acontecendo diariamente.
É uma coisa que me preenche, uma espécie de dor bonita que percorre todo o meu corpo quando eu respiro fundo ouvindo uma música boba. Eu amo isso. Eu amo amar.
Talvez seja por isso que eu tenha estado tão perdida todo esse tempo: eu sou uma amante. Insaciável. E o que eu mais quero, meu amor, é que eu esteja satisfeita com você eternamente. Por favor, eu só quero que isso fique. Eu tenho muito medo de que isso vá embora, não quero me perder outra vez.
O que eu mais quero, menino, é que a marca da sua mordida não saia nunca. Mesmo que doa, machuque, sangre, ou arranque um pedaço de mim.
"And when love comes again
and when love comes
hello...
rises from their throats like singing
catches in their hearts like wind
the good things
strangers in their arms are bringing
makes life all right again.
They turn their faces to the light
no longer hiding in the night
so unashamed and unafraid
that they can face each other's faults
and though the waltz will have its ending
there is no harm in just pretending
that they are special and apart
the lovers, the lovers of the heart... the lovers."
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