terça-feira, 25 de maio de 2010

Dancing in the deepest oceans

Tudo o que é azul me envolve. Tudo está em câmera lenta, como nas fases dos jogos que eu jogava quando era menor. As bolhas sobem cuidadosamente, preocupadas em formar um desenho mágico que combina com o ambiente. E eu posso ver você se mexendo suavemente no ritmo do vazio, e percebo que eu faço parte da dança.
Nossos cabelos balançam lentamente, soltos. Os olhos brilham e ardem, e a pele parece ser duplamente suave. Tudo se encontra no mesmo estado, no mesmo ritmo quase quieto da água. Até que nós afundamos para onde nos atrai o azul, e nos esquecemos de ver, ouvir, pensar, imaginar. Só dançamos, mesmo odiando tanto isso.

Nenhum comentário: