O que você não pode negar é que uma vez que você escolhe pregar em uma tábua, tem que ir sabendo que desde a primeira martelada, ela já mudará. O resultado, querendo ou não, é culpa sua.
Eu não lembro quando li isso, mas agora faz o maior sentido. Eu sou uma nova tábua, e alguns buracos foram formados por você. Cabe a você se acostumar com isso ou deixar-me aos cuidados de outros. Cabe a você se decepcionar com o que se formou, e cabe a você assistir - infelizmente ou não - aquela antiga tábua se modificar mais uma vez.
Mas não cabe a você querer que eu exploda ou morra, de jeito nenhum. Nunca mais.
E esse prego foi você que pregou.
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